set 03

De fato Sérgio Miranda, editor da MAC+, foi profético ao afirmar que o Brasil tem sido nos últimos anos ” invadido” pelos produtos da maçã e que, se ainda não temos uns Apple Retail Store (lojas próprias da Apple) por aqui, revendas exclusivas, conhecidas como Apple Premium Reseller (APRs), começam a se espalhar pelo país.

Atualmente temos cerca de 14 lojas abertas, com a previsão de abertura de mais três até o final do ano, como podemos ver no infográfico acima especialmente feito para o MacMinds. Cada loja é representada por uma cor e aquelas cuja bolinha está rodeada por um anel vermelho ou o nome está em vermelho ainda vão abrir.

Ao todo são quatro grandes grupos: Saraiva (iTown), Herval (iPlace), Fast Shop (A2YOU) e My Store, que apostaram no sucesso dos produtos da maçã e montaram suas APRs no sul, sudeste e uma no nordeste (Bahia). Como já era de se esperar a maior concentração de lojas é em São Paulo.

Particularmente já visite umas três lojas da marca MyStore (a única que tem catalogo virtual com preços na internet), e a loja da A2YOU em Curitiba, gostei do atendimento da primeira e achei mais ou menos o atendimento da segunda, mas, com a concorrência aumentando… o negocio só tende a melhorar.

E você leitor, já visitou alguma dessas lojas? O que achou?


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set 01

Da série: acessórios transados para curtir um som, a Imaginarium lançou o SENTE O SOM, um par de caixas de som que pode ser ligado no computador ou no tocador de música com um diferencial: imita com perfeição os fones de ouvidos distribuídos com os iPods e iPhones, só que tamanho família (10.5 X 19.5 cm).

Achei a idéia fantástica e o visual ficou super bacana, como eles mesmos dizem, serve para decorar o quarto e curtir um som legal… e com uma potência de 2W não dá para incomodar os vizinhos né? ;-) Então aumenta som e vamos aguardar os lançamentos musicais desta quarta-feira!

PRODUTO:: Caixas de Som Sente o Som
FABRICANTE: Imaginarium
PREÇO: R$ 99,90
ONDE ENCONTRAR: Imaginarium


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ago 20

Se tem uma coisa que não entendo é por que a Apple nos livra dos grilhões dos vários cabos que nos cercam todos os dias com seus mouses, teclados e trackpad sem fio, porém nos mantém acorrentados as famigeradas pilhas, inimigas do meio ambiente e verdadeiras “sugadoras de energia”. Talvez os técnicos de Cupertino não queiram perder tempo e atrasar o lançamento de seus projetos revolucionários, pensando em vários modelos diferentes de baterias para os acessórios sem fio da maçã.

Mas calma, não se desespere, para tudo tem solução! A Apple lançou o Apple Battery Charger um carregador de pilhas que vem com seis pilhas recarregáveis “made in Japan” (finalmente um produto que não é feito na China ;-) ). Mas não se iluda, o carregador tem a famosa mensagem: “Designed by Apple in Califórnia. Assembled in China” apenas as pilhas são feitas no Japão.

O produto é muito bem acabado, com cantos arredondados e a já famosa opção de remover o plugue original e colocar outros modelos, inclusive o extensor de cabo que acompanha iMacs e MacBooks. O modelo de plugue que acompanha o produto é no formato redondo ou cilindrico, totalmente compatível com o padrão de tomada brasileiro, inclusive o antigo, pois não trás o plugue no meio, equivalente ao terra no novo padrão de tomada adotado no Brasil.

Particularmente eu gosto do plugue retrátil em forma de faca que acompanha os iPhones (até o modelo 3Gs) apesar desse ser o padrão americano e não brasileiro, considero mais elegante, discreto e cômodo para viajar.

O Carregador possui uma espécie de fenda ou buraco de encaixe das pilhas (uma ou no máximo duas) e serve apenas para pilhas pequenas, formato AA. As seis pilhas que acompanham o produto são de NiMH 1900 mAh 1.2V HR6 (essa última informação só se descobre lendo diretamente nas pilhas).

A Apple garante a durabilidade de 10 anos para suas pilhas graças a uma função especial do carregador que reconhece quando as pilhas estão completamente carregadas e diminui a carga fornecida em 10x para não vicia-las. Mas, contrariando a máxima de que um produto Apple só aceita outro produto Apple, o carregador da maçã é democrático e aceita pilhas de NiMH de outros fabricantes.

Outro detalhe importante é o mini led no topo do carregador que pode ficar laranja ou verde de acordo com a situação da pilha: laranja para carregando e verde para carregada. Semelhante ao led presente no carregador de iMacs e MacBooks. Se houver algum problema com o aparelho ou as pilhas a cor laranja fica piscando. Segundo o manual demora cerca de cinco horas para uma carga completa das pilhas. Em um teste inicial, porém, demorou menos de duas horas para o led ficar verde, provavelmente as pilhas vieram pré-carregadas.

Na caixa há um adesivo com a descrição do conteúdo em português e tanto o manual, quanto a garantia possuem uma versão em português do Brasil. Segue abaixo, em primeira mão para os leitores do MacMind, algumas fotos de mais um produto “mágico” e “revolucionário” da Apple para todos nós.

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ago 12

appletvnew3

O site Engadget diz ter recebido através de uma fonte segura informações sobre o novo (re)lançamento da Apple. De acordo com o post, o AppleTV será rebatizado para iTV, ficando mais alinhado com os outros produtos de Cupertino. Conforme já noticiado no mundo dos rumores, o produto terá um processador do iPhone 4 (A4 CPU com 16 GB de memória), sua nova filosofia será de streaming do iTunes, e não de armazenamento. Outra boa notícia é que haverão apps para o dispositivo, os boatos já apontavam  a interação com redes sociais.

A notícia triste é com sobre a resolução do aparelho: não ira suportar vídeos HD em 1080i, somente em 720p. Segundo o Egadget essa limitação se dá por conta do processador. Eu vejo isso como uma limitação do aparelho e um ponto super negativo se comparado a outras opções – que não necessitam do iTunes – no mercado. Os provedores de internet agradecem, pois um filme 2 horas em 1080 tem cerca de 10 GB! Vamos ver se os boatos se confirmam e se o produto irá decolar, pelo menos nos EUA.

Via Engadget

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jul 29

trackpad

Nesta semana a Apple lançou uma nova interface para sua linha de computadores de mesa – iMacs e MacMini – o Magic Trackpad. Com este novo dispositivo a empresa de Cupertino traz para o usuário de seus desktops a mesma sensação de seus MacBooks: uma maneira de operá-los sem o mouse. Na página do novo gadget em português há o slogan: “Seus dedos clicando, deslizando e percorrendo.”, eu achei a tradução muito mecânica.

Com a mesma altura e angulação do teclado sem fio, segundo o fabricante, ele faz o par perfeito em sua mesa; funcionando da mesma forma que o trackpad dos MacBooks. Todos os gestos e cliques são suportados pela nova interface. Sua conexão com o Mac é feita via bluetooth, haja pilha… A Apple viu uma oportunidade de negócio aí também: lançou um carregador de baterias com duas posições e 6 pilhas no pacote, por apenas US$29,00 nos EUA.

Agora vamos ver o comportamento do mercado, eu conheço muita gente que quando está com o notebook – no escritório ou em casa – utiliza um mouse, deixando o trackpad de lado. Este novo produto traz a funcionalidade de operar o computador com os dedos para a mesa, com uma área bem maior. O preço nos EUA será de US$ 69,00 com duas pilhas (não recarregáveis) inclusas.

Ainda não sei se terei um…

Link para o anúncio em português
Link para o anúncio em inglês

gestostrack

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jul 21

Tenho certeza que todos os leitores têm alguma imagem gravada em VHS, somos a ultima geração desta tecnologia magnética. Eu sou de 76, tenho até imagens em Super 8

Estava em busca uma solução prática e funcional para converter os filmes VHS antes que meu vídeo cassete morra de vez. Encontrei o Elgato Video Capture.
Este hardware USB converte qualquer entrada analógica em vídeo digital. Ele tem entrada Video Composto, Super Vídeo e áudio estéreo. Seguem as principais características técnicas:

  • Detecta automaticamente os formatos NTSC, SECAM, PAL e PAL/60;
  • Resolução: 640×480 (4:3) ou 640×360 (16:9);
  • Formato de vídeo: H.264 aa 1.4 MBit/sec ou MPEG-4 at 2.4 MBit/sec;
  • Audio: AAC, 48kHZ, 128 kBit/sec.

A instalação do aplicativo é bem simples. Depois basta conectar os cabos de vídeo e pronto. Ao executar o programa é possível visualizar o vídeo e áudio sem inciar a gravação… Aí me ocorreu outra idéia: resolvi conectar a saída do receptor da TV a cabo no Elgato, funcionou perfeitamente! Alem de gravar os programas, é possível assistir TV no Mac. Quando a gravação termina você pode enviar diretamente para o YouTube, adicionar ao iTunes ou editar com o iMovie.

Bom vamos ao preço, nos EUA o produto custa 99 dolares, no meu ponto de vista o Elgato Video Capture vale o investimento.

HARDWARE: Elgato Video Capture
PREÇO: US$99,00 (nos EUA)


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jul 15

Apple

Nada como mexer no bolso para fazer com que um problema seja reconhecido… mesmo que ele nao exista. Após uma série de cometários feito pela midia sobre os problemas de conexão no iPhone 4, que inclusive afetaram negativamente as ações da Apple na bolsa de Nova York (NYSE), serão respondidos de forma oficial as 14 horas desta sexta-feira (16/07) direto de Cupertino.

Em 2 de julho a Apple (post aqui) lançou uma carta sobre essa questão, culpando o algorítimo do cálculo do nível de sinal. Essa resposta não foi bem aceita pelo mercado e as críticas continuaram. Há também a questão do bumper, uma capinha de US$29,00 vendida pela Apple que resolveria o problema (detalhes aqui), mas seria rídiculo essa solução e confirmaria um erro de projeto.

No meu ponto de vista, a questão é Atacar o Problema Certo… Se realmente existe um erro de projeto, deveria dar problema em todos os equipamentos, o que não acontece. O algorítimo do nível de sinal alterou a percepção do usuário? Então não temos um problema e o ajuste de software resolveria.

Estou há apenas 24 horas com o iPhone 4, e nada que afetasse o meu uso aconteceu… Vamos ver o que Jobs e sua equipe dirão amanhã.

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jul 14

Chip4

Como o celular é uma coisa nova, todos lembramos a dificuldade que era mudar de aparelho. Seja no analógico – época que o phone ainda nao era smart – ou no início da era digital (TDMA e CDMA) era necessário ir até o operadora, entregar o aparelho para alguém digitar códigos secretos e aguardar horas, até mesmo dias, para a ativação. Com a chegada da tecnolgia GSM conhecemos o SIMCard, o famoso chip do celular. Para trocar de aparelho, basta tirar o chip do celuar atual e colocar no novo.

Quando estamos confortáveis e dependentes da tecnologia, sempre aparece um novo padrão, desta vez é o microSIM. Ele foi desenvolvido para ocupar menos espaço dentro dos aparelhos. Simples assim. Para ser compatível com o SIM atual (também conhecido como miniSIM), a única mudança foi a redução das dimensões do cartão.

Tamanho do SIM

Chip Comprimento Largura Espessura
SIMCard 25,00 mm 15,00 mm 0,76 mm
Micro-SIM 15,00 mm 12,00 mm 0,76 mm

Com o ìPad 3G e o iPhone 4 a Apple migrou para a nova teconologia, obrigando as operadoras a se adaptarem ao novo tamanho do chip. Até aqui tudo ótimo… Mas se você conseguiu um iPhone 4 desbloqueado (inglês ou francês) e quer utilizá-lo no Brasil para voz e dados, o que fazer? Pegar régua, tesoura e mãos a obra!

Como descrito, a diferença é só o plástico, então vamos cortá-lo! Toda a operação descrita a seguir deve ser feita por sua conta e risco, podendo inutilizar o chip! CUIDADO!

Na figura abaixo vemos o SIM (crédito TechRadar.com) e a indicação das dimensões do microSIM. Sem dó nem piedade, recorte o chip, fazendo o mesmo picote no lado direito superior. Se você tiver um microSIM para utilizar como molde, fica bem mais facil… Eu não tinha e cortei empiricamente.

[Update] Não se esqueça de fazer o “cantinho” do chip também. Ele deve seguir a mesma orientação do SIM original! (dica: @rafael_mota)

Depois disso foi só encaixar no adaptador do iPhone 4, inserí-lo e aguardar ansiosamente pelo sinal da operadora. Deu tudo certo! Sim.. esse é o primeiro post sobre o iPhone 4! A foto do início do post é o resultado da minha arte.

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jul 12

Como já publiquei neste post, existe o problema de super-aquecimentdo do Time Capsule, com já relatado por milhares de usuários. Não; o recall não é sobre esse assunto. A Apple lançou um artigo dizendo que os TC´s com número de série entre XX807XXXXXX – XX814XXXXXX podem “não ligar ou desligar inesperadamente depois de ser iniciado.”

O artigo foi lançado no dia 09/07 sob o número TS3351, e tem versão para português do Brasil. Veja abaixo toda a história:

Sintomas

Alguns Time Capsules vendidos aproximadamente entre fevereiro de 2008 e junho de 2008 podem não ligar ou podem desligar inesperadamente após a inicialização.

Produtos Afetados

Time Capsule

Resolução

Modelos de Time Capsule afetados
Alguns Time Capsules com número de série no intervalo a seguir podem ter sido afetados:
XX807XXXXXX – XX814XXXXXX

Saiba como localizar o número de série no Time Capsule.

Se o número de série do seu Time Capsule estiver no intervalo informado acima e ele não ligar ou desligar inesperadamente após a inicialização, talvez ele esteja qualificado para reparo ou troca.

Entre em contato com o representante da Apple mais próximo:

  • Assistência Técnica Autorizada da Apple. Encontre uma aqui.
  • Revendedora Apple Store. Marque uma visita em um Genius (disponível somente em alguns países).
  • Central de Contato da Apple. Localize o número de telefone para a sua região.

Se a Apple ou a Assistência Técnica Autorizada da Apple confirmar que o seu Time Capsule foi afetado, ele será reparado ou trocado gratuitamente.

Nota: Caso você precise preservar os dados armazenados no Time Capsule afetado, a Apple oferece opções dependendo de onde você reside.

Se você reside nos EUA ou no Japão e deseja preservar os dados do Time Capsule afetado, entre em contato com a Apple para providenciar assistência técnica pelo correio.   O tempo de retorno para assistência técnica pelo correio é de 3 a 5 dias.

Em todos os outros países, uma Revendedora Apple Store ou uma Assistência Técnica Autorizada da Apple (AASP) poderá transferir seus dados do Time Capsule afetado para o novo se você desejar. O representante da Revendedora ou da AASP poderá determinar um tempo de retorno específico para esse serviço.

Se você acredita ter pago por um reparo ou troca do Time Capsule devido a esse problema, entre em contato com a Apple para obter informações sobre reembolso.

Como sempre, a Apple recomenda que você faça um backup de seus dados. Saiba mais sobre outras opções de backup enquanto você estiver sem o Time Capsule. A Apple não é responsável por perda de dados.

Este programa cobre modelos de Time Capsule afetados por 3 anos a partir da data de compra original. A Apple continuará avaliando os dados das manutenções e fornecerá mais atualizações do programa se necessário.

Via 9to5Mac

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jun 16

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Foi lançado hoje uma nova e bem diferente versão do mais barato dos Macs: o novo MacMini! Eu sou fã deste Mac, já estou no segundo, e com certeza indo pro terceiro. Esta nova versão está cheia de novidades. A primeira grande mudança é no design, totalmente reformulado, ele ficou mais fino e elegante.

Na parte traseira também há modificações, a Apple manteve a saída MiniDisplay Port e acrescentou uma conexão HDMI, no meu ponto de vista, mostrando a que veio, ser uma solução para um midia center conectado à uma TV de alta definição. Outra novidade é o slot SD, que já está presente nos MacBooks e iMacs. Conta também com 4 portas USB 2.0, uma Fire Wire 800, Ethernet Gigabit, entrada e saída de áudio (esta ultima também é saída digital).

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A placa de vídeo é uma NVIDIA GeForce 320M com 320MBytes de memória compartilhada, com o dobro da velocidade da versão anterior, segundo o site da Apple. A memória pode ser expandida até 8GB com barramento de 1066MHz. Agora vem a maior novidade: a memória pode ser trocada facilmente pelo usuário, graças ao painel removível da parte inferior você terá facil acesso ao slot SO-DIMM.

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O processador é um 2.4 GHz Intel Core 2 Duo com disco de 320GB para a versão doméstica e 2.6 GHz com 500 GB para a versão Server (que não tem drive ótico). A primeira versão vem com 2GB de memória e a outra com 4GB.

Preços: nos EUA as versões custam US$ 699,00 e US$ 999,00; aqui no Brasil estão por R$2.699,00 e R$3.399,00 respectivamente.

O lançamento vem para consolidar a presença do MacMini na linha da Apple e engrossar a briga pelo local que o nostálgico VHS deixou. Para ser completo, tinha que ter drive blue-ray… Quem sabe numa outra versão. Vou ter que intensificar o tratamento à Síndrome do Upgrade.

Crédito das imagens: Apple

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